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Mulheres Mil no mercado de trabalho

  • Assessoria de Comunicação
  • publicado 30/09/2009 21h00
  • última modificação 30/09/2009 21h00
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Adriana Costa Passos, 22, é uma daquela alunas dedicadas do Alimento da Inclusão. O cumprimento das tarefas, a atenção durante as aulas e os cuidados com a manipulação dos alimentos renderam a ela resultados positivos como a contratação para trabalhar na lanchonete Bondiboca, conhecida rede de fast food em São Luis – parceira do Projeto Mulheres Mil.

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Antes disso, Adriana foi entrevistada, preencheu questionários e passou por um treinamento durante dez dias, demonstrando preparo para lidar com a chapa, de onde partem ingredientes como os hamburgers, que irão compor os sanduíches. “Fui avaliada durante esse período, eles aprovaram minha atuação e me contrataram. Agora terei minha carteira assinada”, conta sorrindo discretamente e acrescentando que seu próximo passo será terminar os estudos, não concluídos, por conta da gravidez.

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O empresário Glendel Azevedo, administrador da empresa e responsável pela contratação, diz ter lançado um desafio para Adriana, colocando-a para atuar em um espaço onde antes somente homens trabalhavam. “Observei a agilidade dela monitorando as chapas e montando os sanduíches”, diz Glendel. Segundo ele, é um trabalho simultâneo que requer atenção e rapidez, pois o cliente quer um produto de boa aparência e que seja servido de imediato. “Nosso objetivo é atender bem e ela está nos ajudando a fazer isso”, acrescenta, informando que, em breve, Adriana fará um relatório contendo observações percebidas no ambiente de trabalho, tais como: dificuldades, elogios, críticas e sugestões. “Não temos gerentes, os próprios empregados nos ajudam a administrar”, relata o proprietário Antônio José.

Para a gestora do projeto Tereza Fabbro é importante indicar alunas comprometidas com o trabalho e que saibam lidar com o público, como também foi o caso de Hildete Porto, 35, e mãe de um filho. Depois do Mulheres Mil, ela foi apontada para atender os clientes da confeitaria e restaurante Dolcce Grill, localizada em um dos shoppings mais movimentados de São Luis, onde serve-se tortas, sorvetes, almoços, além de vinhos bem recomendados de vários países. “Estou gostando, porque faço algo diferente”, comenta a aluna.

Atualmente sete empresas são parceiras do projeto, o que resultou na inclusão de três mulheres no mercado de trabalho, com carteira assinada, e sete em processo de estágio, preparando-se para futuras contratações.

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