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Campus Maracanã e Uema encerram segunda fase do Intervivência Universitária

  • Assessoria de Comunicação
  • publicado 10/02/2010 21h51
  • última modificação 10/02/2010 21h51
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Chegou a hora de os 30 alunos do interior do Maranhão, que participaram da segunda fase do Programa Intervivência Universitária, voltarem para suas casas. Eles retornam com a bagagem de conhecimentos mais pesada; cheia das experiências adquiridas no intercâmbio realizado entre os dias 25 de janeiro e 09 de fevereiro, no Instituto Federal do Maranhão – Campus Maracanã e na Universidade Estadual do Maranhão (Uema).

“Aprendi formas de manejo dos animais domésticos e também que não podemos prejudicar a natureza, com desmatamento e uso de produtos químicos”, enumerou o estudante de Arari, Diógenes de Jesus Martins Silva. Ele está pronto para levar essas lições aos pais, que são agricultores, e ao restante da comunidade.
Ana Carvalho Furtado, do município de Alcântara, elencou os aprendizados técnico-científicos, mas guarda, principalmente, um aprendizado de vida. “Escola é amizade”, resumiu emocionada. Foi com a certeza de dever cumprido, confirmado pelos depoimentos dos alunos, que aconteceu, na segunda-feira (08), o encerramento dessa segunda fase do programa.
Na cerimônia, realizada no auditório do Campus Maracanã, foram entregues os certificados aos participantes. Em seu discurso, o coordenador do Intervivência Universitária, Luís Carlos Rêgo Oliveira, ressaltou que a proposta do programa é “mostrar à juventude o conhecimento necessário para o entendimento das tecnologias novas possíveis de serem aplicadas em suas comunidades”.
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O diretor-geral em exercício do Campus Maracanã, Francisco Inaldo Lima Lisboa, destacou o caráter transformador do saber produzido em troca de experiências, como acontece no programa. “Este espaço de produção de ciência e tecnologia continua de portas abertas a todos vocês. Tenho certeza de que nossos alunos-monitores também aprenderam muito”, assegurou Lisboa.
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Satisfeito com o resultado dos trabalhos, o reitor da Uema, José Augusto Oliveira, disse que o processo de aprendizado proporcionado pela universidade em parceria com o Instituto Federal materializa um sonho. “Todos nós crescemos com essa experiência. Levem a mensagem do que aqui viveram às suas comunidades e que isso possa ajudar na evolução dessas localidades, para que tenham dias melhores”, estimulou o reitor, concluindo que “a mudança vem pela via do conhecimento”.
Participaram, desta etapa, Escola Famílias Agrícolas (EFAs), Casas Familiares Rurais (CFRs) e de comunidades quilombolas, dos municípios de Alcântara, Arari, Anajatuba, Cantanhede, Itapecuru-Mirim, Morros e Santa Rita. O Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento e a Biblioteca Central da Uema doaram livros para cada um dos municípios. O programa Intervivência Universitária tem apoio do CNPq.
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