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Dia da Mulher é comemorado no Campus Maracanã

  • Assessoria de Comunicação
  • publicado 10/03/2010 13h14
  • última modificação 10/03/2010 13h14
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mulher_maracana2No Campus Maracanã, as comemorações do Dia Internacional da Mulher iniciaram com um café da manhã para servidoras e professoras. A confraternização foi acompanhada pelos homens, que lhes renderam homenagens; cada um ofereceu rosas às colegas de trabalho. O diretor-geral Vespasiano de Abreu da Hora lembrou a simbologia da data, que representa a luta feminina por direto à igualdade. “Um crime bárbaro foi cometido contra operárias, nos Estados Unidos, no dia 8 de março de 1857; por isso foi escolhido esse dia, que deve ser um momento para comemorar as conquistas e de prosseguir com a luta”, afirmou.

mulher_maracanaA professora Socorro Botelho defendeu o compromisso de uma relação equilibrada entre homens e mulheres. “O que nós, mulheres, podemos fazer por este Campus?”, questionou ela, para apontar a necessidade de respeito e entendimento entre todos no ambiente de trabalho.    
Ex-aluna da então Escola Agrotécnica, a professora Carmozene Maria observou que, em sua época de estudante, eram poucas as mulheres que ocupavam espaço na instituição. “As relações eram machistas. Agora, existe um número significativo de mulheres, tanto no quadro de servidores quanto entre os alunos”, apontou.

Elas alcançaram também os cargos de gestão. Atualmente, metade das chefias do Campus Maracanã é ocupada por mulheres. “Buscamos nos qualificar, mais mulheres vieram para os nossos cursos e, agora, estamos conquistando nossos espaços”, comemorou a coordenadora-geral de Ensino, Jandira de Souza.

Música e Lei Maria da Penha
mulher_maracana1A programação do Dia Internacional da Mulher, no Campus Maracanã, seguiu com apresentação musical de alunos que compõem o grupo Fazend’arte. O repertório relembrou clássicos que exaltam o amor pela mulher.

O momento era festivo, mas também de reflexão. A assistente social Diana Jardim apresentou a uma plateia formada, principalmente, por alunos e alunas a Lei nº 11.340 de 7 de agosto de 2006. Mais conhecida como Lei Maria da Penha, a legislação caracteriza o que é “violência doméstica e familiar”, da qual as mulheres são as maiores vítimas, e estabelece punições aos agressores.

Segundo a assistente social, configura esse crime “qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral e patrimonial”. “Muitos dos direitos conquistados ainda estão no papel. Para mudar isso, precisamos nos conscientizar mais e conhecer efetivamente nossos direitos”, avaliou Diana Jardim.

É considerada “violência doméstica e familiar” quando ocorre na casa, entre pessoas com ou sem vínculo familiar; no âmbito familiar, quando envolve indivíduos que se consideram parentes; ou mesmo no caso de relações afetivas, como, por exemplo, entre namorados ou ex-namorados.

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