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PRPGI reúne representantes setoriais dos campi

De segunda a quarta-feira, o encontro de trabalho envolve gestores das áreas de pesquisa, pós-graduação e inovação nas unidades do IFMA
  • Augusto do Nascimento
  • publicado 08/02/2017 11h27
  • última modificação 08/02/2017 14h23
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Com o objetivo de apresentar as ações que vem desenvolvendo e o planejamento para o exercício de 2017, a Pró-reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação (PRPGI) reuniu-se com representantes dos campi do Instituto que atuam localmente na gestão dos setores de abrangência da pasta. Com três dias de atividades, entre debates e treinamentos, a programação do encontro de trabalho teve início na manhã de segunda-feira (6), e ocorre no Hotel Veleiros, em São Luís.

De acordo com Natilene Brito, titular da PRPGI, as representações descentralizadas dos campi nessas áreas ganharam maior relevância com a reestruturação da Reitoria, no fim do ano passado, sendo a reunião de trabalho ocasião para divulgar ainda o projeto da Editora do IFMA. “Esses representantes têm um papel primordial na realização das ações, pois vão participar mais ativamente para que todos os programas tenham continuidade, e inclusive para que ampliemos alguns programas da pró-reitoria”, disse a gestora, esclarecendo que os servidores engajados nesse encargo exercem funções de natureza mais burocrática, ao passo que os comitês de iniciação científica, pós-graduação e inovação avaliam editais específicos nas respectivas áreas.

Natilene Brito informou que atualmente todas as unidades do Instituto com autorização de funcionamento e com quadro discente formado contam com projetos de pesquisa em desenvolvimento, submetidos à PRPGI. A evolução de bolsas oferecidas passou de 767 em 2012 para 1.032 no ano passado, período em que o fomento a projetos se ampliou do patamar de 58 para 127. O treinamento com os representantes dos campi proposto no encontro é voltado justamente para o gerenciamento do Sistema Unificado da Administração Pública (SUAP), para o qual se planeja migrar a movimentação de todos os projetos no âmbito da PRPGI, dando-se mais agilidade em especial às iniciativas desenvolvidas nos campi.

Em sua apresentação de abertura da reunião de trabalho, a pró-reitora expôs previamente aos representantes dos campi a relação de 22 editais com lançamento previsto para o mês de março, cobrindo diversas frentes: bolsas de iniciação científica, internacionalização da pesquisa, incentivo à publicação em periódicos e participação em eventos científicos, construção de protótipos de inovação e abertura de novos cursos de pós-graduação, dentre outras. Natilene Brito também discorreu sobre as ações paralelas que integram o planejamento da PRPGI, tais como a criação e certificação de grupos de pesquisa, acompanhamento e avaliação dos programas de fomento e bolsas, treinamentos e cursos, e a organização do Seminário de Pesquisa, Pós-graduação, Inovação e Extensão (SEPPIE 2017), programado para o período de 25 a 28 de abril.

A diretora de Pesquisa da PRPGI, Ligia Cristina Ferreira Costa, destacou o fato de o Instituto contar com polos de pesquisa distribuídos nos 29 campi, com a maioria desenvolvendo trabalhos por meio de bolsas de iniciação científica nos cursos técnicos de nível médio e no ensino superior. Ligia Costa argumentou que a participação do estudante em programas de bolsas de pesquisa é determinante em sua trajetória acadêmica, pois pode reforçar em um aluno do ensino médio o estímulo para continuar os estudos em cursos superiores e de pós-graduação. Sobre a reunião de trabalho com os representantes dos campi, a diretora disse ser um momento propício para discutir como trabalhar em conjunto com a PRPGI, especialmente da parte das unidades que ainda não iniciaram atividades de pesquisa.

Segundo a chefe do Departamento de Pós-graduação, Dayana dos Santos Delmiro Costa, a reunião de trabalho serviu para esclarecer os participantes acerca de diferentes questões relativas aos setores de atuação da PRPGI, como os editais de programas de pós-graduação atualmente abertos a servidores e ao público externo, e as perspectivas de novos cursos para o próximo ano. Além disso, a gestora ressaltou que muitos dos representantes dos campi assumiram recentemente suas funções, e a reunião seria uma ocasião para receberem orientação sobre aspectos como o fluxo de processos ou procedimentos específicos, a exemplo do afastamento de servidores para qualificação.

Sobre a Editora do IFMA, o professor Gedeon Silva Reis informou sobre o lançamento de editais em 2017, para a publicação de livros em plataforma eletrônica (e-books) e para a realização de encontros e seminários de pesquisa nos campi. “A perspectiva é de movimentarmos nossos servidores, docentes e técnicos, a ter um órgão de apoio no próprio IFMA para publicação, e também queremos incentivar nosso professor a ter publicações didáticas e pedagógicas”, disse ele, observando os casos de servidores com livros escritos e docentes que elaboram material de autoria própria, que poderia servir de apoio às disciplinas em sala de aula, mas que acaba não sendo utilizado pela falta de publicação. Gedeon Reis disse que o planejamento para a editora compreende a estruturação do setor, nos aspectos físico, de pessoal, documental, normativo, além da construção da página eletrônica e na divulgação das ações.

Participante

Adaci Nascimento Batista, da Diretoria de Pesquisa, Pós-graduação e Inovação do Campus Imperatriz, disse considerar necessário o encontro com os coordenadores setoriais dos campi, para a socialização das dificuldades encontradas em cada unidade do Instituto, na busca de um planejamento e de soluções compartilhadas com a PRPGI. A gestora destacou que o campus na Região Tocantina vai sediar o SEPPIE 2017, evento que congrega a produção científica dos diversos campi, estimulando a participação dos alunos para produzirem e darem visibilidade a seus trabalhos de pesquisa.

Contendo elementos que evidenciam a diversidade, a identidade visual do SEPPIE 2017 foi apresentada na reunião de trabalho pelo diagramador Luís Claudio Brito Rocha (PRPGI). “Transformar, ser diferente, é inovar”, disse ele, ressaltando o capital humano do Instituto como epicentro do processo de criação.

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