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IFMA discute parceria para aprimorar setor produtivo de bebidas no Estado

Fiema e Sindibebidas solicitaram participação do Instituto em projeto que visa incrementar o setor de bebidas.
  • Yane Botelho
  • publicado 02/08/2017 14h57
  • última modificação 04/08/2017 08h52

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O Instituto Federal do Maranhão (IFMA) planeja uma parceria com a Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (Fiema) e o Sindicato das Indústrias de Bebidas, Refrigerantes, Água Mineral e Aguardente do Maranhão (Sindibebidas) para o desenvolvimento do setor de produção de cachaça artesanal e tiquira no Estado. Representantes das instituições estiveram reunidos nesta segunda-feira (dia 31), na sede da Reitoria do IFMA, no São Francisco, para discutir o projeto e as demandas de participação do IFMA.

Fernando Lima, Alberto José Sousa, Albertino Leal, Francisco Magalhães Rocha e Francisco Albuquerque.

O encontro ocorreu entre o pró-reitor de Extensão do IFMA, Fernando Lima; o presidente do Sindibebidas e empresário da indústria Psiu, Francisco Magalhães Rocha; e o superintendente da Fiema, Albertino Leal de Barros Filho; com o apoio do diretor executivo do Sindibebidas, Alberto José Sousa, e do professor do IFMA Francisco Albuquerque, que tem pesquisa reconhecida sobre o processo de otimização da produção da tiquira.

Francisco Magalhães Rocha apresentou a Fernando Lima um estudo e propostas de desenvolvimento do setor de produção de cachaça e tiquira no Estado. Ele traçou um panorama da produção atual e algumas das principais restrições ao crescimento do setor no Maranhão. O empresário também mostrou algumas políticas que poderiam ser aplicadas para o incremento da produção e criação de um mercado no ramo. “A ideia é formar um sistema de auxílio ao setor, para oferecer ao mercado produtos de qualidade para o consumo da população”, disse.

A proposta é que o IFMA, nessa rede de apoio, fique encarregado por projetos de pesquisa, análises laboratoriais da produção e monitoramento, entre outras possíveis demandas. O pró-reitor Fernando Lima sugeriu que fossem realizados comitês mensais a fim de dar seguimento ao projeto. “O IFMA poderá ser parceiro em qualquer das etapas que forem demandadas”, afirmou.

Albertino Leal de Barros Filho explicou que, para melhorar a qualidade da produção da cachaça e tiquira, é preciso incrementar a agricultura, a indústria, os equipamentos empregados na produção e a mão de obra. “Para isso, o projeto de desenvolvimento deverá ter, além da participação do IFMA, da Fiema e do Sindibebidas, o apoio do Senai, Senar, Sebrae e secretarias relacionadas ao setor de agricultura, indústria, comércio e meio ambiente”, disse.

 

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