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Dirigentes do IFMA debatem pautas estratégicas

Reunido em São Luís, órgão colegiado tratou de temas ligados à gestão e desenvolvimento de atividades e processos no Instituto
  • Augusto do Nascimento
  • publicado 16/12/2017 09h15
  • última modificação 16/12/2017 09h18

O Colégio de Dirigentes (COLDIR/IFMA), reunido na segunda-feira (11) em São Luís, discutiu acerca da estrutura de gestão para o mapa estratégico do Instituto, envolvendo os projetos a serem implementados em consonância com as próximas etapas definidas para o planejamento estratégico da instituição para o período 2016-2020. Outras pautas ligadas à gestão e desenvolvimento de atividades e processos do IFMA também foram levantadas durante a reunião do órgão colegiado: remoção de servidores; gestão de pesquisadores institucionais; dados abertos; módulo eletrônico de auditoria; regimento interno dos campi; e sistematização de questões relacionadas às dimensões de ensino, pesquisa e extensão.

Segundo o reitor Roberto Brandão, o planejamento estratégico do IFMA tem destaque na Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, que abrange os institutos federais de todo o país, pela forma consistente como vem se desenvolvendo. Ele evidenciou o interesse pelos avanços a serem atingidos pelos projetos estratégicos em todos os campi, que requerem o comprometimento dos gestores e equipes em cada unidade. “Estamos nos preparando para virar uma grande instituição, de nível internacional”, asseverou Roberto Brandão, mencionando também a parceria com o setor produtivo como fator de promoção de demandas por capacitação e políticas de ciência e tecnologia.

“O ano de 2018 será de implantação do planejamento estratégico do IFMA”, disse o titular da Pró-reitoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional (PROPLADI), Carlos César Teixeira, referindo-se ao portfólio de projetos estratégicos que contribuirão para estruturar o Instituto e seus campi, a partir do estabelecimento de metas, indicadores e projetos com o fim de alcançar a excelência institucional. Em todas as unidades do Instituto, vêm sendo realizados fóruns com o propósito de receber contribuições da comunidade interna e externa para o planejamento, faltando apenas o Campus Alcântara e a Reitoria sediarem as oficinas oferecidas nos fóruns.

O pró-reitor mencionou o curso de capacitação “Termo de Referência para Líderes de Projetos Estratégicos”, oferecido recentemente aos integrantes dos grupos responsáveis por cada iniciativa, reforçando que o assunto é relevante para que os líderes efetuem compras de material e contração dos serviços previstos para os respectivos projetos, impulsionando o processo mais abrangente definido no planejamento institucional, com desdobramento nos campi. A esse respeito, Carlos César Teixeira ressaltou ainda que as unidades do IFMA desenvolverão ações comuns, mas também iniciativas envolvendo realidades intrínsecas a cada campus, que tenham impacto sobre a estratégia do Instituto. O treinamento, ministrado pela servidora Patrícia Falcão, foi promovido pelo Centro de Formação de Servidores (CFS), que constitui um dos elementos já iniciados do portfólio de projetos, sob sua liderança.

Outro tema levantado pela PROPLADI na 78ª reunião do COLDIR foi o mapeamento dos processos de remoção de servidores por edital. O pró-reitor explicou que a iniciativa é consequência do projeto estratégico denominado Escritório de Processos, que tem o objetivo de implantar unidade de apoio ao incremento de maturidade da gestão dos processos. O tema da pauta envolve um fluxo planejado para a tramitação eletrônica dos processos de remoção, que descentralizará parte das etapas para os campi de atuação dos servidores envolvidos, favorecendo a operacionalização de cada etapa e a verificação da situação funcional dos interessados. Dessa forma, busca-se engajar ainda mais os gestores das instâncias do Instituto que participam do processo, além de evitar entraves ou irregularidades relacionadas ao deslocamento de servidores entre os campi.

À tarde, a pesquisadora institucional Fabíola Tavares expôs a proposta de gestão de dados pertinentes ao Instituto, com a colaboração descentralizada dos campi, responsáveis diretos pela coleta e organização de informações das unidades. “Precisamos de dados reais para saber o que o IFMA de fato é”, disse ela, observando que a questão de reunir estatísticas consistentes da instituição é um desafio enfrentado nacionalmente. Fabíola Tavares tratou da Plataforma Nilo Peçanha, desenvolvida pela Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (SETEC/MEC) para sistematizar os dados dos institutos federais e demais centros formadores da Rede Federal, bem como corrigir as informações disponíveis nos atuais sistemas estatísticos da educação do país. A plataforma será objeto de treinamento com os pesquisadores institucionais de todas as unidades do Instituto, e demais servidores engajados nessa área.

Liderada pela assessora da Reitoria Rebeca Reis, a Comissão de Plano de Dados Abertos trouxe ao debate o documento de orientação da abertura de dados pelo IFMA, que segue determinação de decreto do Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU). Ela explicou que as informações da instituição solicitadas pela comunidade devem ser disponibilizadas em diversos tipos de arquivos e meios de acesso, de forma a dar transparência às atividades da administração pública. A assessora enumerou os dados a serem abertos (quantitativo de alunos, descrição de cursos, contratos, projetos de pesquisa e extensão, dentre outros), que comporão um raio-x de diferentes áreas do Instituto. Além do aspecto da transparência, Rebeca Reis ressaltou que a abertura de dados subsidiará pesquisas sobre a instituição. Ela informou que a comissão é integrada por representantes de cada pró-reitoria, da Diretoria de Gestão de Tecnologia da Informação (DIGTI), Ouvidoria e Assessoria de Comunicação (ASCOM).

Diretor-geral do Campus Itapecuru Mirim, Inaldo Lisboa preside o grupo de trabalho (GT) que apresentou aos demais dirigentes o documento-base da sistematização dos assuntos relativos ao ensino, pesquisa e extensão do IFMA, contendo as contribuições já recebidas dos campi e pró-reitorias. A fim de efetivar a participação das unidades do Instituto no trabalho, o grupo planeja realizar um fórum com representantes de todos os campi, em fevereiro de 2018, cuja metodologia e viabilidade foi apreciada pelo colegiado. O gestor disse que, após essa etapa, o GT espera finalizar o documento normativo e encaminha-lo para aprovação pelo Conselho Superior (CONSUP).

A reunião de dirigentes teve ainda como pauta a proposta de regimento interno dos campi elaborada por GT presidido por José Cardoso Filho, diretor-geral do Campus Pedreiras. De acordo com ele, a elaboração do documento recebeu contribuições da comunidade e instâncias do IFMA, dentre as quais o COLDIR, e a consolidação do texto requeria algumas pendências antes do encaminhamento ao CONSUP. Cardoso relatou que o processo para a elaboração do regimento das unidades se estendeu durante anos, passando por interrupções em decorrência de eventos conjunturais do Instituto e do país. Sobre a metodologia adotada pelo GT, o gestor informou que foi aprovada a estrutura organizacional para a funcionalidade dos campi, seguindo-se a definição das competências. Ele ressaltou a complexidade do documento, que orientará o processo decisório no IFMA, e avaliou positivamente o resultado.

Socorro Lages, chefe da Auditoria Interna (AUDINT), apresentou o módulo do setor implantado no Sistema Unificado de Administração Pública (SUAP). A auditora considerou que o processo eletrônico vai transformar o modo de comunicação entre a AUDINT e as instâncias de gestão do IFMA, favorecendo o trabalho dos servidores envolvidos. “Isso faz com que tenhamos certeza de que a informação chegou ao campus e a quem de direito precisa dela”, disse Socorro Lages, observando que o sistema foi desenvolvido pela DIGTI, e se encontra em fase de experimentação e avaliação da operacionalidade.

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