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Comissão Central expõe PDI no sudoeste maranhense

As informações sobre o documento foram conduzidas aos campi Buriticupu, Açailândia, Imperatriz, Porto Franco, Grajaú e Barra do Corda.
  • Valdália Andrade
  • publicado 05/12/2018 15h58
  • última modificação 05/12/2018 15h58

Diretora de Planejamento Institucional e Desenvolvimento Humano, Clarisse Medeiros, detalha a estrutura do PDI.

Representantes da Comissão Central, responsáveis pela sistematização do Plano de Desenvolvimento Institucional 2019-2023 do Instituto Federal do Maranhão, prosseguem com a apresentação do documento junto às comunidades interna e externa dos 29 pontos de presença da instituição. Desta vez, entre os dias 26 e 30 de novembro, as informações sobre este instrumento de planejamento foram conduzidas para a região sudoeste maranhense, cumprindo uma agenda que se estendeu aos campi Buriticupu, Açailândia, Imperatriz, Campus Avançado Porto Franco, Grajaú e Barra do Corda.

O novo plano – em fase de elaboração – identifica a instituição, sua filosofia de trabalho e a missão a que se propõe. Nele são apresentadas as diretrizes pedagógicas, orientadoras das ações institucionais, sua estrutura organizacional e as atividades acadêmicas que desenvolve ou pretende desenvolver.

Para esclarecer dúvidas e os temas abordados no documento, foi elaborada uma programação comum a todos os campi. De acordo com o pró-reitor de Planejamento e Desenvolvimento Institucional do IFMA, professor Carlos Cezar Teixeira, que apresenta os objetivos do PDI e sua exigência legal, a participação dos estudantes é fundamental neste processo, visto que eles são a razão de existência do IFMA.

Estudantes prestigiam as apresentações do documento.

“Desenvolver um trabalho de planejamento é fundamental e o desafio maior é colocá-lo em execução. Se não o temos, não há como cumprir os percentuais legais e a tendência deste descumprimento é sofrermos um massacre orçamentário”, exprimiu o pró-reitor, ao expor a Plataforma Nilo Peçanha – ambiente virtual de coleta, validação e disseminação das estatísticas oficiais da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica.

Sobre a serventia do documento alertou que a instituição irá passar por um novo processo de recredenciamento junto aos avaliadores do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) para saber se o IFMA tem condições de ofertar cursos. “O PDI será fundamental nesta etapa, bem como durante a avaliação dos cursos de cada campus”, disse Carlos Cezar, destacando o papel da Pró-reitoria de Ensino neste processo. Conforme a representante da Proen, Locilia Costa, esta Pró-reitoria não tem poder de negativar cursos, mas de fazer orientações e encaminhamentos para o Consup, que efetivamente aprova ou não as propostas. Foram destacadas ainda as metodologias de construção do documento, o qual deverá passar por revisões anuais.

A apresentação do Sumário, segundo o Decreto nº 9.235, de 15 de dezembro de 2017, feita pela diretora de Planejamento Institucional e Desenvolvimento Humano, Clarisse Medeiros, mostrou a necessidade de o IFMA organizar-se pedagogicamente em relação à gestão de pessoas, administração, sustentabilidade financeira, bem como à capacidade de fazer sua avaliação institucional. “Percebam que todas as informações sistêmicas estarão contidas em um único bloco criando, assim, a identidade do campus”. O decreto citado dispõe sobre a regulação, supervisão e avaliação de Instituições de Educação Superior (IES) e cursos superiores (graduação e pós-graduação) no sistema federal de ensino. Uma das novas informações cobradas por este documento, segundo Clarisse Medeiros, é em relação a educação a distância. No PDI deve conter suas estruturas de polo, sede, abrangência geográfica e cursos. “Hoje o IFMA tem uma nova estrutura para a EAD, que é o Centro de Referência Tecnológica (Certec)”.

Perfil Institucional

A estrutura do novo PDI contém o perfil institucional, onde é possível localizar o histórico, natureza institucional e a novidade acrescida, que são os Projetos Estratégicos, os quais irão favorecer a instituição a cumprir sua missão, visão e valores. Há ainda a apresentação do Projeto Pedagógico Institucional (PPI), com suas políticas de Ensino, Pesquisa, Inovação e Extensão, além de destaque para as Relações Internacionais, Política Editorial, Acervo Acadêmico Digital, Relatório de Gestão, Ações de Transparência, Demonstrativos de capacidade e sustentabilidade financeira, Avaliação e acompanhamento do desenvolvimento institucional, onde é possível localizar a Comissão Própria de Avaliação (CPA).

Professora Laurinda Siqueira destaca a importância da CPA nos campi.

 

Segundo a presidente da  CPA Central e integrante da Comissão Central do PDI 2019-2023, professora Laurinda Siqueira, neste PDI é proposto o Programa de Avaliação Integrada por meio do tripé: avaliação dos setores, avaliação dos documentos institucionais e autoavaliação institucional. “O Sistema Unificado de Administração Pública (Suap) disponibilizou este espaço de avaliação, aberto para toda a comunidade”, diz a professora, destacando que a Comissão, não é um órgão de fiscalização, mas aponta onde o campus deve melhorar.

Representando a Procuradoria Jurídica do IFMA (Projur) na Comissão Central, a economista Silvana Maria Pereira levou aos campi visitados os esclarecimentos sobre a importância da integração entre as três unidades Ensino, Pesquisa e Extensão. Em sua fala pontuou que a função social do Instituto, enquanto autarquia federal, é levar este tripé para todas as comunidades onde estas unidades estão atreladas, porque efetivamente é na estrutura multicampi que isto acontece.

Campus Buriticupu

A construção coletiva do PDI possibilitou às comissões locais dos campi a apresentação de seus planejamentos para os próximos cinco anos. No Campus Buriticupu, o diretor Vilson Sousa mostrou a equipe que conduziria os trabalhos. “Posteriormente, consolidado o plano, partiremos para a execução das atividades”. Na oportunidade, os servidores Luís Henrique Silva e Cristiani Bonfim mostraram planilhas preenchidas com as sugestões de novos cursos e os desafios das ofertas de pós-graduação.

Campus Açailândia

No Campus Açailândia o presidente da Comissão Local, Rodrigo Campelo, parabenizou a todos que colaboraram com o projeto. A diretora de Ensino, Suzenilde Maciel, apresentou as propostas relacionadas às ofertas de cursos presenciais, médio integrado, subsequente, Proeja, EAD, avanços para a pós-graduação latu sensu e os Bacharelados em Ciência e Tecnologia. “No próximo ano o desafio vai ser grande, com a entrada no campus de quatrocentos alunos”. O professor Brehme Mesquita mostrou o número de propostas ampliadas no que diz respeito à submissão de projetos de Pesquisa e Inovação. Para o professor Fábio Sousa, do Departamento de Relações Institucionais, a Extensão é um elemento de transformação e construção social, aproximando academia das comunidades adjacentes.

A infraestrutura atual do campus foi apresentada pelo diretor geral José Werbet Silva, que apontou um trabalho árduo, porém prazeroso, visto que o resultado é positivo, pois Açailândia é o campus que mais realizou visitas técnicas, sem restrições em 2018, e teve 70% de seus alunos aprovados no vestibular da Universidade Federal do Maranhão (UEMA). Atualmente a escola conta  com uma sala de Atendimento Educacional Especializado (AEE), áreas de vivência, laboratórios e biblioteca.

Campus Imperatriz

Reitor do IFMA, professor Roberto Brandão, presente na apresentação do novo PDI no Campus Imperatriz.

 

No Campus Imperatriz a apresentação do PDI foi prestigiada pelo reitor Roberto Brandão que, juntamente com o diretor do campus, Saulo Cardoso, e demais membros da comunidade acadêmica, ouviu da Comissão Central toda a apresentação relacionada ao documento.

Na ocasião, destacou uma breve retrospectiva de sua gestão no IFMA, tendo como condição primordial as ações de planejamento. O reitor, que vem assumindo coordenadorias nesta área desde 1997, lembrou que em 2008, com a ampliação da rede federal começou a ramificação para que os institutos chegassem a vários pontos do estado. “O documento passa a ser mais estratégico no intuito de termos esta mudança. Idealizamos o PDI 2008/2012 na gestão do professor José Costa”. A partir daí, conforme Brandão, outros documentos são desenvolvidos sob a coordenação do professor Carlos Cezar. Neste histórico de planos, muitos foram executados, outros estão para serem concretizados. “O PDI deste ano vai evoluir para isto, visto que é um documento estruturado, com contribuições que nascem de um Planejamento Estratégico, voltado para o desenvolvimento institucional”.

Diante de uma instituição presente em 29 localidades, beneficiando 40 mil alunos e estruturada com 3.200 servidores – entre técnicos e professores – além de 950 funcionários terceirizados, reitor abordou a importância de caminhar ao longo dos próximos 4 anos sempre no processo de melhoria das ações. Na mesma ocasião, evidenciou o olhar para Imperatriz. “Aqui temos que ter respostas voltadas para o fortalecimento das áreas técnicas”. E citou a importância dos avanços nas engenharias elétrica, civil e mecânica. “Assim podemos ser uma referência cada mais consolidada. Hoje temos consciências críticas e convido-os a continuar debruçados nesta ação de planejar, mostrando o potencial de uma escola, estruturada com suas salas de aula, que já acolheram muitos maranhenses”.

O planejamento do campus para os próximos 5 anos foi apresentado pelo professor Luís Miguel Torres, chefe do Departamento de Ensino Superior, que mostrou os princípios norteadores das ofertas de cursos.

Campus Avançado Porto Franco

 

No Campus Avançado Porto Franco o diretor Júlio Cezar Souza reuniu os servidores da escola e apresentou os integrantes da Comissão Central. “A partir deste encontro, formaremos a Comissão Local, que irá trabalhar nosso plano de desenvolvimento para os próximos anos”, disse o diretor.

Aos servidores, Clarisse Medeiros esclareceu que o PDI permeia todas as áreas de atuação institucional e colocou a Direção de Planejamento Institucional e Desenvolvimento Humano à disposição do campus no intuito de melhorar o cenário projetado para 2023.

Campus Grajaú

No Campus Grajaú, a diretora de Desenvolvimento Educacional e presidente da Comissão Local, Snaylla Almendra, revelou que pela primeira vez o campus compartilha com esta mudança. “Contamos com a participação de todos os servidores engajados nesta proposta”. Para o diretor do campus, professor Francisco Alberto Filho, o grande desafio é concretizar o que foi planejado. “Mesmo que não consigamos, temos o rumo a seguir. A missão das comissões locais é sintetizar o que foi elaborado, para que todos os campi saibam o que irão ofertar nos próximos cinco anos, permitindo angariar esforços para realização”.

Campus Barra do Corda

 

“Neste planejamento delineamos os caminhos de nosso campus para os próximos anos. Um trabalho que envolve servidores e alunos, comprometidos com a participação – sintonia perfeita para efetivar o que se pensou para o futuro”, comentou a diretora do Campus Barra do Corda, professora Marinete Lobo. Segundo ela, faz-se necessária também a conscientização dos servidores sobre a necessidade de procurar recursos externos para sanar necessidades em relação a determinados projetos. “Cada ação planejada requer compromisso. Se todos contribuírem será possível concretizar”, disse Marinete Lobo, sem deixar de mencionar a participação do Núcleo de Estudo Afro-brasileiros e Indiodescendentes (NEABI), que atuou no planejamento das três esferas: Ensino, Pesquisa e Extensão.

A apresentação das ações 2019-2023 contou com a participação do diretor de Desenvolvimento Educacional, em exercício, professor Annatanael Paiva, do diretor de Administração e Planejamento, Antônio Ribeiro, do chefe de Departamento de Pesquisa, Pós-graduação e Inovação, Sérgio Alves, e do diretor de Extensão, Evandro Barros. “A presença no Campus Barra do Corda nos fortaleceu, onde presenciamos a experiência de todo o corpo de servidores”, mencionou o professor Carlos Cezar, que ao final concluiu a apresentação, mostrando o Portfólio de Projetos Estratégicos do IFMA, com um convite de adesão dos campi às ações.

Ao avaliar a visita a esta região para acolher as informações dos campi, a diretora Clarisse Medeiros diz ter observado, nas comissões locais, a preocupação em planejar ações de acordo com o perfil da comunidade. “Isso é importante, visto que o novo PDI propõe fazer um acompanhamento mais próximo dos projetos, e estar alinhado aos arranjos produtivos faz com que os resultados futuros sejam alcançáveis”. Para o professor Carlos Cezar os campi respeitaram suas particularidades visando a convergência do desenvolvimento.

Galeria de Imagens PDI 2019 – 2023

 

 

 

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