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Conselho Superior aprova ações do PDI 2019-2023

Dentre outras pautas, conselheiros aprovaram ações institucionais planejadas para os próximos cinco anos
  • Augusto do Nascimento
  • publicado 14/03/2019 15h55
  • última modificação 14/03/2019 15h57

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Pró-reitor de Planejamento Carlos César Teixeira (na mesa, ao centro) apresentou PDI 2019-2023 ao Conselho Superior

O Conselho Superior (CONSUP) do IFMA, instância máxima da instituição, aprovou em 28 de fevereiro (quinta-feira) o novo Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), com vigência para o quinquênio de 2019 a 2023. A deliberação dos conselheiros reunidos na Reitoria ocorreu após o documento ter sido apresentado e debatido em todos os campi do Instituto, bem como na última reunião ordinária de dirigentes da instituição. Além do PDI 2019-2023, o CONSUP empossou dois novos conselheiros, e aprovou outra ferramenta de planejamento – o Plano de Desenvolvimento de Tecnologia da Informação e Comunicação (PDTIC). Também foram objeto de deliberação as propostas de regulamentação de imóveis funcionais e da política de empreendedorismo.

Ao iniciar a reunião, o reitor Roberto Brandão, que preside o CONSUP, deu posse a dois conselheiros: Celso Gonçalo de Sousa, vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (FIEMA) e representante da sociedade civil; e Márcio da Silva Ferreira, que passou a representar o quadro de servidores técnicos-administrativos do IFMA como coordenador de Planejamento e Gestão Patrimonial do Campus Pedreiras.

Em seguida aos informes da Presidência, foi apresentado o PDI 2019-2023. Carlos César Teixeira Ferreira, da Pró-reitoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional (PROPLADI), observou que o documento valorizava o engajamento coletivo, pois foi elaborado com a expressiva participação de servidores docentes e técnicos, alunos e comunidade externa, tanto em uma perspectiva sistêmica quanto levando em conta as realidades e especificidades de cada campus ou campus avançado do IFMA.

Segundo o pró-reitor, que presidiu a Comissão Central de elaboração e sistematização do documento, o maior desafio a partir da aprovação pelo CONSUP será a execução do PDI 2019-2023, que inclui as ações acadêmicas e administrativas do Instituto. Nesse ponto, ele ressaltou o diferencial do IFMA e demais instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, por oferecerem cursos em diferentes níveis de ensino além do superior, como é o caso dos técnicos de nível médio e os de formação inicial e continuada (FIC). A legislação (Decreto N° 9.235/2017) exige o PDI apenas das instituições de ensino superior (IES), com o fim de credenciamento e recredenciamento institucional e de avaliação de cursos superiores.

Da Diretoria de Gestão de Tecnologia da Informação (DIGTI), vinculada à PROPLADI, William Corrêa Mendes explicou que o Plano de Desenvolvimento de Tecnologia da Informação e Comunicação (PDTIC) tem a mesma vigência do PDI (quinquênio de 2019 a 2023), e a construção de ambas ferramentas se deu de forma paralela, a fim de alinhar as ações previstas em cada um, já que todas as aquisições de tecnologia da informação devem atender ao que está planejado no PDTIC. Durante a execução dos Planos, explicou o diretor, o foco será monitorar esse alinhamento. “Essa construção teve uma diferença, pois utilizamos muito os formulários eletrônicos para o levantamento de dados, e tivemos assessoria da mesma consultoria [contratada para a realização] do planejamento estratégico”, disse William Mendes, referindo-se à empresa alemã de consultoria Steinbeis, que vem atuando com o IFMA em todo seu processo de planejamento estratégico, a partir de 2016, até a fase atual de execução de projetos estratégicos. Outro aspecto ressaltado por ele foi que, diferente de Planos anteriores, o novo PDTIC deixou de ser elaborado apenas na instância da Reitoria, e resultou do trabalho de uma comissão formada por representantes de polos regionais, os quais identificaram as demandas específicas de cada unidade descentralizada, além de traçar metas a serem atingidas nos próximos cinco anos. A esse respeito, William Mendes ponderou ainda que, uma vez que as tecnologias avançam em rapidez considerável, um planejamento dessa natureza para a vigência do PDTIC requer atualizações periódicas das demandas e revisões das metas.

Da Diretoria de Administração e Planejamento (DAP) do Campus Caxias, Guilherme Andrade Lopes, trouxe à apreciação dos conselheiros a proposta de regulamentação dos imóveis funcionais existentes em algumas unidades, sendo cada qual gerido de forma distinta. O diretor informou que a regulamentação do uso segundo regras padronizadas para todo o Instituto garante os direitos dos servidores residentes nos imóveis, além de trazer maior segurança para a utilização adequada do patrimônio público. Funcionamento, critérios de avaliação e contratos com o morador são alguns dos temas abordados pela regulamentação, elaborada por um grupo de trabalho formado em 2017, com representantes dos campi de Caxias, Codó, São Raimundo das Mangabeiras e São Luís (Maracanã e Monte Castelo).

Rosifrance Candeira Machado, da Diretoria de Programas e Projetos Institucionais (DIPPI) da Pró-reitoria de Extensão (PROEXT), apresentou ao Conselho Superior a proposta de segundo fascículo da Política de Empreendedorismo do IFMA, contemplando as cooperativas escolas, que irão funcionar nas unidades do Instituto. Segundo a diretora, a divisão se justifica pela complexidade dessas políticas, e o primeiro fascículo se relacionava às Empresas-Júnior. Diferente destas, as cooperativas escolas podem engajar não apenas estudantes de nível superior, mas também alunos dos cursos técnicos de nível médio. O próximo fascículo a ser elaborado pela PROEXT será sobre incubadoras. Quanto ao processo de elaboração da política, Rosifrance Machado informou que foi feita consulta aos campi a respeito dos professores com expertise na área de empreendedorismo, a fim de colaborarem com a formulação do documento.

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