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Educar para empreender: IFMA tem projetos premiados

Iniciativas dos Campi de Barra do Corda e São José de Ribamar tiveram reconhecimento do Sebrae
  • Assessoria de Comunicação
  • publicado 27/06/2019 05h09
  • última modificação 27/06/2019 05h09

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Um mês significativo para o reconhecimento de iniciativas educacionais voltadas para a promoção do empreendedorismo nos campi do IFMA. Em junho, a unidade estadual do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) premiou dois projetos de extensão na área de educação empreendedora, desenvolvidos nos campis do Instituto em Barra do Corda e São José de Ribamar.

A entrega do Prêmio Sebrae de Educação Empreendedora (PSEE) ocorreu em São Luís, no dia 11, e contemplou as iniciativas “Calvário Cultural”, projeto do Campus Barra do Corda, e “Coworking”, do Campus Ribamar. Foi a primeira edição da etapa estadual da premiação, entregue para professores em quatro categorias de educação: Fundamental, Médio, Profissional e Superior.

“Um projeto fascinante, que envolve e faz com que deixemos nossos muros e sejamos vistos da melhor forma pela comunidade. Levar um evento desse para a cidade é um momento mágico, muito importante”, avaliou Marinete Moura, diretora-geral do Campus Barra do Corda, sobre o “Calvário Cultural“, vencedor na categoria ensino superior. Ela foi uma das coordenadoras da iniciativa, ao lado das docentes Mayana Diniz da Silva (Contabilidade) e Luciana Helena da Silva (Geografia). Desenvolvido em parceria com a Secretaria de Cultura de Barra do Corda, o projeto de extensão buscou articular o empreendedorismo com a cultura local, expressa em diferentes linguagens, como música, artesanato e artes plásticas, além da culinária.

Segundo Marinete Moura, o evento ofereceu exposição e venda dos trabalhos dos artistas, bem como a produção de agricultores familiares, e barracas gastronômicas. Também houve a apresentação de grupos de coral (inclusive do campus do IFMA) e danças típicas, rodas de capoeira, banda de música do município, assim como a participação de membros da Academia Barra-Cordense de Letras e instituições culturais, que em declamações abertas compartilharam com o público a literatura produzida por escritores e poetas da cidade.

Quanto à denominação do projeto, a diretora explicou que se relaciona ao nome do morro onde foi erigida a Igreja de Nossa Senhora das Dores. Na localização mais alta da cidade, o Morro do Calvário constitui um ponto turístico e local de convivência dos moradores de Barra do Corda, e tradicionalmente reúne manifestações religiosas e culturais. No calendário de Barra do Corda, o “Calvário Cultural” é programado para ocorrer em dezembro. Mas, diante do sucesso que a iniciativa teve junto à população, Marinete Moura considera que as próximas edições possam acontecer pelo menos com frequência mensal. “Estamos evoluindo para isso”, ressaltou a gestora, apontando para a parceria com o Sebrae como fator favorável para essa perspectiva. Ela recordou que, ao ser realizado pela primeira vez, em 2017, o “Calvário Cultural” reuniu muitas pessoas mesmo sob a chuva que caiu no dia.

Para o sucesso do empreendimento, as três coordenadoras (e gestoras) dividiram-se entre as áreas contempladas. Enquanto Mayana Diniz (que também coordena o curso superior em Administração) e Luciana Silva (chefe do Departamento de Ensino / DE) foram responsáveis pelo aspecto do empreendedorismo, a diretora-geral do Campus Barra do Corda respondeu pelas questões culturais. Marinete Moura destacou que os estudantes de graduação do curso de Administração assumiram o protagonismo na execução do projeto de extensão, que teve um crescimento significativo entre a primeira e a segunda edição, tanto em termos de artistas e produtores nas exposições e vendas, quanto do público que compareceu ao evento. Para ela, a conquista do prêmio foi relevante para as coordenadoras e
estudantes envolvidos, mas também para o próprio Instituto e a comunidade barra-cordense, tendo efeito sobre a motivação do corpo discente, que já vem se mobilizando para a próxima edição.

Coworking

“É muito emocionante ver um projeto que já inicia premiado pela sua grandeza”, disse Marco Antônio Torreão, diretor-geral do Campus Ribamar, sobre a conquista do Prêmio Sebrae pela iniciativa “Coworking“, coordenado pela professora Bruna Elizama Rocha de Melo (Administração e Cooperativismo). O gestor atribuiu a premiação, na categoria ensino técnico, tanto ao conteúdo do projeto, que integra a matriz curricular dos cursos oferecidos pelo Campus, quanto a percepção que a comunidade tem do empreendimento, como um retorno social do Instituto que aponta para novos modelos de mercado e para o incentivo às ações empreendedoras.

Além do Campus Ribamar, o projeto reúne estudantes e professoras da unidade do IFMA no Centro Histórico de São Luís, e os integrantes trabalham juntos prestando consultoria a empreendedores do bairro Cidade Operária e adjacências. O objetivo é estimular a capacidade de planejamento gerencial de microempresários locais. Com atividades iniciadas em 2017, quando houve atendimento a 42 empreendedores, o “Coworking” ampliou essa clientela para 61 consultorias, no ano seguinte. Outras formas de a iniciativa promover o empreendedorismo na comunidade são oficinas, palestras e minicursos. Em 2019, o projeto começou no em abril, com novos estudantes que atuarão como consultores.

Marco Torreão informou que estudantes do curso de Programação de Jogos Digitais vêm desenvolvendo startups com negócios bem-sucedidos, e há alunos com premiações por iniciativas em empreendedorismo. O gestor ressaltou o impacto e repercussão que o “Coworking” tem alcançado junto ao empresariado ribamarense.

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