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Abertas inscrições ao Prêmio Fapema

Lançado na quarta (7/08), as inscrições se prolongam até o dia 23.
  • Assessoria de Comunicação com informações da Fapema
  • publicado 08/08/2019 17h21
  • última modificação 16/08/2019 15h59

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A Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão (Fapema) lançou, na quarta-feira (7), o edital Prêmio Fapema Terezinha Rêgo 2019. As inscrições online podem ser realizadas no site da instituição até o dia 23 de agosto.

Considerada uma das mais importantes premiações científicas do Norte-Nordeste, o Prêmio Fapema tem como objetivo valorizar e reconhecer ações inovadoras e relevantes de pesquisadores, inventores e profissionais de comunicação com atuação de destaque no estado. Podem concorrer estudantes do ensino médio, técnico, graduação, pós-graduação, mestres, doutores, pesquisadores, inventores e profissionais graduados em Comunicação Social.

Em sua 15ª edição, o prêmio homenageia a professora Terezinha de Jesus Almeida Silva Rêgo, da Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Farmacêutica e Bioquímica, com doutorado em Botânica pela Universidade de São Paulo (USP), Terezinha Rêgo, aos 85 anos de idade, segue sua dedicação à pesquisa científica, à frente do Herbário Ártico Seabra. “Trata-se do reconhecimento do trabalho pioneiro, iniciado há mais de cinquenta anos, no âmbito da fitoterapia”, afirmou o diretor presidente da Fapema e professor do IFMA, André Santos.

Premiação

Os vencedores do prêmio, em cada categoria, serão conhecidos na cerimônia de premiação, no dia 05 de dezembro, que acontecerá no Teatro Arthur Azevedo, na capital maranhense. Os ganhadores receberão diploma e troféu oficial do concurso. O Governo do Estado do Maranhão destinou, ainda, recursos da ordem de R$ 200 mil para a premiação em dinheiro, a ser distribuído de acordo com a categoria e modalidade.

Estão previstas 50 premiações atribuídas às categorias Pesquisador Júnior, Jovem Cientista, Dissertação de Mestrado, Tese de Doutorado, Pesquisador Sênior, Jornalismo Científico, Inovação Tecnológica, Popvídeo Ciências e Prêmio Especial Fapema.

Para acessar o edital, clique no link.

 

Histórico do IFMA

No ano passado, o IFMA conquistou duas premiações na categoria Pesquisador Júnior além das vitórias nas áreas de Jornalismo Científico, Tese de Doutorado, Desenvolvimento Humano e Jovem Cientista. Em 2017, as premiações do IFMA foram em Jornalismo Científico, Desenvolvimento humano e Pesquisador Júnior. Em 2016, foram quatro premiações obtidas na categoria Pesquisador Júnior e outra em Tese de Doutorado. O IFMA obteve, ainda, duas premiações em 2015 (Pesquisador Júnior e Desenvolvimento Humano) e duas premiações em 2014 (Pesquisador Júnior e Dissertação de Mestrado). No ano anterior, foram obtidos três prêmios na categoria Pesquisador Júnior e dois em Dissertação de Mestrado.

 

Em 2012, foram conquistados dois prêmios na  categoria Pesquisador Júnior e dois na categoria Tese de Doutorado. Em 2011, as premiações foram obtidas por Pesquisador Júnior e Jovem Cientista, repetindo, assim, o feito de 2010. Em 2009, a estudante de Engenharia Elétrica, Rhaisa Sousa Tavares, conquistava o primeiro  prêmio Jovem Cientista do IFMA. Antes, a estudante Larissa Silva Abreu, obtivera o prêmio na categoria Pesquisador Júnior pelo antigo Centro Federal de Educação Profissional (CEFET/MA). A Fapema já concedeu, ainda, o prêmio “Honra ao Mérito Científico-Tecnológico”, em 2014, ao reitor Roberto Brandão e aos os pesquisadores Ronaldo Ribeiro Corrêa e Natilene Mesquita Brito. No anterior, a agraciada foi a pesquisadora Lucilene Ferreira.

 

Sobre Terezinha Rego

A pesquisa de Terezinha Rêgo sobre o potencial terapêutico das plantas tem o reconhecimento na China, Índia e Japão.  Uma das descobertas mais populares de Terezinha Rego é o chá de cabacinha. Fruto de um trabalho de 20 anos, a pesquisa sobre princípio ativo da cabacinha foi premiada na China. Hoje, é amplamente utilizado no tratamento da sinusite, rinite alérgica e adenoide. Outras descobertas bem populares são sobre os efeitos positivos da chanana no sistema imunológico e do cravo de defunto na qualidade de vida de pessoas com problemas nas articulações.

Ao longo da vida, a doutora em Botânica já catalogou mais de 500 variedades de plantas que deram origem ao livro “Fitogeografia das plantas medicinais do Maranhão”, que aborda a flora do estado. A partir desse mapeamento, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Saúde, implementou o Programa Farmácia Viva, desde 2016. Em aproximadamente 100 municípios, são realizadas ações de orientação às comunidades no uso de plantas medicinais para a preparação de xaropes e pomadas de forma adequada e implantação de hortas medicinais com foco, principalmente, na prevenção à diabetes e hipertensão.

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Assunto(s): Fapema , Pesquisa , prêmio
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