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Rede Federal: 110 anos transformando vidas

Neste 23 de setembro, a Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica completa 110 anos. Trajetória teve início com a criação das Escolas de Aprendizes Artífices pelo presidente Nilo Peçanha, em 1909.
  • Com informações do Conif
  • publicado 23/09/2019 18h40
  • última modificação 23/09/2019 18h40

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Estudantes do Campus Centro Histórico do IFMA.

Educar é formar e transformar vidas. Essa é a essência da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica que completa 110 anos neste 23 de setembro de 2019. A história da Rede Federal – nacional e internacionalmente considerada referência em educação pública, gratuita e de excelência – foi iniciada com a criação das Escolas de Aprendizes Artífices pelo presidente Nilo Peçanha, em 1909.

O objetivo do sétimo presidente do Brasil foi a formação de mão de obra para a indústria que despontava na época. Em 1937 as Escolas de Aprendizes Artífices foram transformadas em Liceus Industriais e, em 1942, estes deram origem as Escolas Industriais e Técnicas. Sete anos depois, essas escolas tornaram-se autarquias com o nome de Escolas Técnicas Federais.

A partir de 1994, com a instituição do Sistema Nacional de Educação Tecnológica, surgiram os Centros Federais de Educação Tecnológica (Cefets). Ao longo de mais de um século, a Rede Federal passou por inúmeras mudanças. O modelo que conhecemos hoje surgiu em 2008, com a criação dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, que tem como missão e desafio levar educação profissional a todo o País, porém, adotando um modelo diferente daquele do início do século 20.

Todos os dias, milhares de estudantes, além de aprenderem uma profissão, têm acesso a conhecimento e oportunidades para que possam atuar como cidadãos comprometidos com o desenvolvimento da comunidade próxima, do Brasil e também do mundo.

A proposta dos 38 Institutos Federais, dois Centros Federais de Educação Tecnológica (Cefets), do Colégio Pedro II e das 22 escolas técnicas vinculadas às universidades federais é prestar um serviço que seja alinhado às necessidades do mundo do trabalho, aos arranjos produtivos locais e às demandas sociais e inclusivas. Por isso, nas unidades, jovens e adultos têm ao seu alcance da educação básica à pós-graduação, incluindo a formação de professores.

As instituições somam ainda mais de 11 mil projetos de pesquisa aplicada, sete mil projetos de extensão e 9 Polos de Inovação. Em termos de internacionalização, a mobilidade de docentes e discentes é viabilizada por meio da cooperação com mais de 30 países.

Instituto Federal do Maranhão (IFMA) –

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA) foi criado mediante a integração do Centro Federal de Educação Tecnológica do Maranhão e das Escolas Agrotécnicas Federais de Codó, de São Luís e de São Raimundo das Mangabeiras, pré-existentes. O IFMA é uma instituição de educação superior, básica e profissional, pluricurricular, multicampi e descentralizada, especializada na oferta de educação profissional e tecnológica nas diferentes modalidades de ensino.

Aliando  modernidade e tradição, o Instituto Federal do Maranhão se orgulha de ter origem na centenária Rede Federal. Hoje, fazem parte da Rede IFMA 29 campi e seis Centros de Referência Educacional, em 30 cidades. São mais de três mil servidores para o atendimento de mais de um público superior aos 40 mil estudantes em cursos técnicos de nível médio, graduação, pós-graduação e qualificação profissional. Além dos cursos presenciais, iniciativas como a oferta de educação a distância e a efetivação de ações e programas governamentais fazem o Instituto alcançar mais de 70 cidades Maranhanses.

Confira alguns números do IFMA:

  • Mais de 200 cursos técnicos;
  • Mais de 55 cursos superiores;
  • Mais de dez cursos de especialização;
  • Cinco cursos de Mestrado.

Confira o Vídeo Comemorativo aos 110 anos da Rede Federal

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