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Universo IFMA: iniciado evento estadual de ensino, pesquisa, extensão e inovação

Solenidade oficial de abertura contou com inauguração da Fábrica de Inovação em Santa Inês  
  • Cláudio Moraes
  • publicado 13/04/2021 23h03
  • última modificação 14/04/2021 08h36

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Foi aberta oficialmente, no início da noite da terça-feira (13/04), a 6ª edição do Universo IFMA, que será realizada de forma on line, por conta das medidas sanitárias decorrentes da pandemia da Covid-19. O evento, que ocorre até quinta-feira (15/04), busca mostrar à sociedade a produção de conhecimento científico, tecnológico, pedagógico, de inovação e de extensão desenvolvida por estudantes e professores do Instituto Federal do Maranhão (IFMA).

Para rever o evento de abertura, clique  aqui no link do vídeo disponivel na TV IFMA,

De periodicidade anual, o Universo IFMA é resultado da integração entre as pró-reitorias de Pesquisa, Pós-graduação e Inovação; Extensão; e Ensino e Assuntos Estudantis do Instituto Federal do Maranhão, com apoio da  Fundação de Amparo à Pesquisa a ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão (FAPEMA) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

 

Confira a programação aqui.

 

A solenidade de abertura contou com a entrega oficial das instalações da mais nova unidade da Fábrica de Inovação do IFMA, no Campus Santa Inês. “O IFMA está regozijado por poder servir mais ainda a comunidade, com possibilidade de entrega de soluções concretas”, afirmou o diretor geral do campus, Aristóteles Lacerda.

“A ciência é a única forma de reverter esse cenário pandêmico e de incertezas”, ressaltou o reitor do IFMA, Carlos César Teixeira. “A Fábrica de Inovação representa a indissociabilidade do ensino, da pesquisa e da extensão”, prosseguiu. “Esse é o nosso caminho e o Universo IFMA, com a sua grandiosidade, garante a diversidade e aproxima a academia do setor produtivo”, ressaltou.

 

“Iremos nos empenhar para que novas estruturas da Fábrica de Inovação sejam entregues em todo o estado para se fazer uma revolução”, disse Carlos César. “Esse projeto será marca de nossa identidade institucional”, assinalou. “É hora de repensar e transformar as dificuldades em oportunidades”, recomendou.

O presidente da FAPEMA, André Santos, destacou o papel da Fundação no financiamento da pesquisa. “Além da iniciação cientifica, inserimos, agora, as bolsas de inovação tecnológica”, apontou. “Precisamos, agora, de forma constante, planejar e replanejar a forma de atuação nos próximos anos com ou sem pandemia”, afirmou. “Me congratulo com o IFMA e com o Campus Santa Inês por esse êxito no trabalho de inovação”, finalizou.

Para o pró-reitor de Pesquisa e Pós-graduação e Inovação do IFMA, Rogerio Teles, “o Universo IFMA é a culminância de todas as ações da instituição em pesquisa, inovação e extensão”. “Mesmo nesse momento de pandemia, os alunos tem o direito de pesquisar e não podemos deixar de ofertar essa oportunidade, nem deixar de pensar em inovação”, ponderou.

O pró-reitor de Extensão, Carlos Alexandre Amaral, pontuou que, no momento de pandemia, é preciso ressaltar a importância do IFMA e a sua atuação em projetos relacionados ao enfrentamento a Covid. “É um momento de reflexão e de fortalecimento das ações e de pesquisa e extensão”, ressaltou. “A Fábrica de Inovação é uma forma de aproximação com a sociedade, para que todos possam usufruir do conhecimento produzido no IFMA para a melhorar a vida de todos”, destacou.

De acordo com o pró-reitor de Ensino e Assuntos Estudantis, Maron Gomes, o Universo IFMA e a Fábrica de Inovação fortalecem a instiuição. “É um momento de grande importância e de integração do ensino, da pesquisa e da extensão”, ressaltou.

 

Palestra sobre o trabalho da ANVISA

A programação de abertura oficial do evento contou, ainda, com a palestra “A Ciência Brasileira em tempos de Pandemia”, ministrada pela pesquisadora Meiruze Sousa Freitas, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

Líder na área de vacina na ANVISA, Meiruze apresentou um relato sobre o trabalho realizado pela agência, abordou a ação reguladora de medicamentos e o histórico da atuação da agência na pandemia. “O combate a pandemia depende da valorização das universidades e de investimentos em pesquisa”, ressaltou.

Segundo a pesquisadora, há ausência de visão humanitária em relação às vacinas. “Das 700 milhões de doses de vacina aplicadas, a maior parte foi nos países de alto desenvolvimento econômico”, pontuou. “É preciso ampliar as fabricas nos países de menor renda”, afirmou. “O Brasil tem o privilégio de ter um parque, mas só trabalhamos com transferência de tecnologias”, avaliou. “É necessário rever a necessidade de investir na pesquisa e na ciência e esse deve ser o legado da pandemia”, analisou. “ O desenvolvimento de qualquer pais depende da educação e da ciência, bens que transformam a sociedade”, afirmou.

Ela apontou, ainda, que a avaliação das vacinas feita pela ANVISA não se trata de questão burocrática. “A ciência não é burocracia”, ressaltou. De acordo com Meiruze, treze vacinas já foram aprovadas em todo o mundo. “A ANVISA já aprovou 5 vacinas e só fomos superados pela Hungria que aprovou 8 vacinas”, informou.

“É importante que a ANVISA dê decisões rápidas, mas precisamos ter critérios técnicos”, ponderou. “A regulação no Brasil se baseia na ciência e o rigor técnico é uma estratégia de proteção”, afirmou.

Para a pesquisadora, o Brasil ainda inova pouco. “Temos potencial, temos que incrementar isso, inclusive com o apoio do setor privado”, disse. “O investimento na pesquisa é um desafio e o Brasil precisa rediscutir o modelo educacional bem como a trajetória dos estudantes”, prosseguiu. “A universidade deve ter um olhar maior para o mercado”, recomendou

“Tome vacina, é seguro”, concluiu.

O evento, que contou com a apresentação e mediação da diretora de Pesquisa da Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-graduação e Inovação do IFMA, Georgina Marques, foi brindado, ainda, com a apresentação musical dos professores Dimas Menezes e Carol Batista do Campus Maracanã, que interpretaram “Dias melhores” de Jota Quest.

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