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Universo IFMA discute desafios da pós-graduação e interação IFMA x Empresas

Palestras online abriram o último dia do Universo IFMA.
  • Assessoria de Comunicação
  • publicado 16/04/2021 11h43
  • última modificação 16/04/2021 11h43

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Na manhã do último dia de programação (15) da 6ª edição do Universo IFMA, o público teve a oportunidade de acompanhar duas palestras que abordaram os temas: “Os desafios dos programas de Pós-Graduação pós Pandemia”, com os palestrantes Abílio Afonso Baeta Neves e Margarida Lima Carvalho e Perspectivas da interação Instituto x Empresas: Marco Legal da CT&I”, com os palestrantes Rogério Teles, Rebeca Lins e Carlos Alexandre Amaral.

Os desafios dos programas de Pós-Graduação pós Pandemia

A primeira palestra do dia foi mediada pela servidora Giselle Amaral e abordou os desafios que os programas de pós-graduação vêm enfrentando durante e no pós pandemia. O professor Abílio Neves separou sua fala em três tópicos centrais: como está a pós-graduação em geral; os desafios correntes e o impacto da pandemia e os dilemas institucionais. “A pós-graduação no Brasil é um sucesso. É produto de uma combinação de fatores virtuosos internos (professores, pesquisadores) e externos (políticas desenvolvias). Desequilíbrios regionais ainda existem mas tem diminuído significativamente, e temos um sistema nacional constituído. Formamos mais de 20 mil doutores por ano e mais de 50 mil mestres”, destacou o palestrante.

Abílio defende que os cursos de pós-graduação não podem viver como uma bolha, de costas para a sociedade. “Precisamos entender claramente que é preciso manter uma comunicação de mão dupla com a sociedade. Como uma instituição que serve a sociedade, é preciso entender e reconhecer seu papel. Esse é um desafio central na área de pós-graduação”, enfatizou. Sobre o impacto da pandemia, ele focou na perspectiva das instituições. “A pandemia se abateu como um tsunami, e os efeitos serão sentidos duradouramente. E estamos em estado de alerta contra outros possíveis males que possam precipitar a disseminação de vírus mais perigosos. Não viveremos mais do mesmo jeito. A tecnologia agora será completamente incorporada ao ensino”, afirmou.

A professora Margarida Carvalho fez uma resumida apresentação dos programas de pós-graduação na Amazônia Legal. “A maior parte dos nossos programas hoje estão entre os emergentes ou não consolidados. Apenas 9% são consolidados. Outro problema é a pouca quantidade de doutores na região. Existe a necessidade de fazermos um programa de qualificação institucional e regionalizado para mudar essa realidade, fortalecendo as parcerias entre instituições de ensino, esferas de governo e setor privado”, argumenta. Ela explica ainda que uma boa proposta seria a elaboração de um novo programa norte de pós-graduação e pesquisa para a Amazônia legal.

Veja a palestra completa aqui.

Perspectivas da interação Instituto x Empresas: Marco Legal da CT&I

O pró-reitor de Extensão do IFMA, Carlos Alexandre Amaral iniciou a apresentação explicando que a ideia inicial é trabalhar com convênios e congêneres. “Vamos tornar documentos acessíveis a nossos servidores para dota-los das informações e os processos acontecerem naturalmente. Os quatro documentos são o protocolo de intenções, acordo de cooperação técnica, convênio e acordo de cooperação. A ideia é normatizar e disponibilizar os modelos. O objetivo é aproximar a instituição pra resolver problemas da sociedade. Par isso, temos editais para realização de pesquisas, com bolsas. Edital IF Mais Empreendedor, e outros”, destaca o palestrante.

A professora Lins fez sua apresentação falando da interação das instituições federais com as empresas sob a perspectivas do Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação. “A lei de inovação de 2004 nos trouxe a possibilidade de enxergar melhor a importância e os impactos da inovação. Em 2016 veio o marco legal mostrando que o desenvolvimento científico e tecnológico é importante para o desenvolvimento econômico e social”, afirma.

Entre os resultados esperados com a regulamentação, ela destaca a simplificação da gestão, controle e regulamentação de projetos, estímulo à competitividade e eficiência dos institutos públicos e privados, ampliação da segurança jurídica no desenvolvimento de projetos de pesquisa e na transferência de tecnologia, ampliação de investimento privado, estímulo ao desenvolvimento tecnológico e à inovação, entre outros. “O cenário perfeito da inovação é o casamento entre os pesquisadores, o aparelhamento, o recurso, segurança jurídica, ideias e o regimento e pensamento coletivo da necessidade para o desenvolvimento do país. O resumo da legislação é simplicidade, transparência e segurança”, explica.

Veja a palestra completa aqui.

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