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Reitor vistoria obras e reúne com servidores dos campi de Santa Inês e Rosário

Comitiva da Reitoria também esteve no Campus Codó.
  • Assessoria de Comunicação
  • publicado 10/08/2021 16h55
  • última modificação 11/08/2021 16h43
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O Reitor do Instituto Federal do Maranhão (IFMA), professor Carlos Cesar Teixeira, realizou, entre os dias 04 e 06 de agosto, visita aos campi de Rosário, Santa Inês e Codó, respectivamente. Nas duas primeiras unidades, a agenda fez parte de um cronograma para vistoria e cronograma de entrega  das obras em andamento  – da sede própria do Campus Rosário e novo bloco do Campus Santa Inês. Nessas unidades o Reitor, gestores locais e as comunidade também trataram da questão orçamentária, concurso público e das Diretrizes para construção do Planejamento ao Retorno Gradual das atividades acadêmicas presenciais. Já em Codó a pauta teve como foco o estudo para reforma e transformação da quadra poliesportiva atual em ginásio e de melhorias na rede elétrica da unidade.  O Reitor esteve acompanhado nas agendas do Pró-Reitor de Pesquisa, Pós-graduação e Inovação, professor Rogério Teles.

Obras do novo bloco do Campus Santa Inês e da sede do Campus Rosário

Durante os encontros locais, Carlos Cesar fez o anúncio do recebimento de recursos na ordem de R$ 2,5 milhões, que serão utilizados para compra de mobiliários e equipamentos. O montante tem como origem recurso suplementar, recebido por meio de Termo de Execução Descentralizada (TED) do Ministério da Educação. “Esse recurso já está na conta do IFMA e irá possibilitar compra de mobiliários e a climatização dos ambientes do novo bloco do Campus Santa Inês e da obra do Campus Rosário, promovendo uma grande melhoria nas condições ofertadas aos nossos estudantes e servidores. Parte do recurso será ainda destinado ao Campus de Presidente Dutra, que também está em fase final da obra da sede definitiva”, destacou o Reitor do IFMA.

Servidores do Campus Rosário após diálogo com equipe da Reitoria. Reuniões nos campi ocorreram em formato misto, com  parte dos servidores de forma presencial e outra remotamente.

A edificação do novo bloco do Campus Santa Inês está com mais de 98% de execução. São quase 3 mil metros quadrados de área construída, com investimentos na ordem de R$ 7,7 milhões (valor inicial somado aos aditivos). O novo bloco possui 33 ambientes, que estão divididos em dois pisos e contempla amplo estacionamento, restaurante universitário, biblioteca, laboratórios (de controle e automação, física e eletromecânica), salas de aula, para atividades administrativas e de atendimento aos estudantes, além de espaços ambientadas para os projetos Fábrica de Inovação, IF Maker e Coworking.

Equipe do Departamento de Infraestrutura da Pró-Reitoria de Administração acompanhou o Reitor na vistoria da obra do Campus Rosário.

Já a sede do Campus Avançado do IFMA em Rosário representa um investimento próximo dos R$ 6 milhões (valor inicial somado aos aditivos) e também está com mais 98% de execução. São mais de 5 mil metros quadrados, sendo três blocos – um acadêmico, um administrativo e um de laboratórios, além de área de vivência, estacionamento e urbanização interna.

A visita contou com a presença de gestores da Reitoria, do Campus e foi acompanhada pela equipe do Departamento de Infraestrutura da Diretoria de Administração da Pró-Reitoria de Administração. “Temos ainda alguns serviços na rede elétrica, de iluminação e de comunicação visual para totalização da obra. Também estamos estamos desenvolvendo, em parceria com as prefeituras de Rosário e Bacabeira, um projeto para urbanização e pavimentação da área externa ao Campus, explica o Engenheiro Danilo Guia, Chefe da Departamento de Infraestrutura da PROAD.

Orçamento e Construção do Plano de Retorno Gradual

Durante os encontros com as comunidades de Santa Inês e Rosário, os servidores demonstraram preocupação com a atual realidade orçamentária. “A questão do recurso é de fato preocupante. Nos últimos anos, a Rede Federal tem sido muito impactada com o enxugamento no orçamento e isso tem prejudicado a consolidação do projeto de expansão. Compreendemos que a arrecadação fiscal, sobretudo num cenário de Pandemia,  tem sim dificultado uma adequada distribuição de recursos às instituições. Em 2021, por exemplo, nosso orçamento foi o mesmo de patamares de 2010, 2011, quando a realidade era outra e o IFMA não tinha a atual quantidade de campi, estudantes e servidores. Essa discussão está sendo feita no Conselho das Instituições Federais de Ensino (Conif), e o IFMA tem acompanhado de forma propositiva. A Reitoria e as gestões dos campi têm feito boa interlocução com a bancada parlamentar e apresentado projetos para recebimento de emendas. Destaco um deles, que é o construção de ginásios poliesportivos nas unidades que ainda não possuem. Há outros, como o de implantação de sistemas para captação de energia solar, novas bibliotecas e refeitórios. É um grande desafio e o recurso que vem da emenda parlamentar é importante, mas não podemos deixar de acompanhar e pleitear o orçamento para educação do governo federal”, destacou o Reitor.

Em Santa Inês o diálogo foi com os servidores (parte presencial e parte remota) e também com os estudantes (todos de forma remota).

O retorno às atividades presenciais também foi bastante discutido. Os servidores e estudantes foram então informados que a discussão ocorrerá no âmbito do Campus e deverá ter amplo diálogo com toda comunidade local. “A Reitoria não definir uma data para o retorno dos campi. Isso será um exercício das comunidades, a partir da avaliação do cenário local e de uma série de fatores.Trabalho conduzido pela Pró-Reitoria de Ensino e Assuntos Estudantis (Prenae), áreas técnicas e gestores de ensino, está sendo consolidado em Diretrizes, que vão nortear os aspectos gerais para o Plano de Retorno dos Campi. Esses Planos [de Retorno Gradual das Atividades Presenciais] não serão construídos pela Reitoria, mas sim frutos do diálogo nos campi com o envolvimento de servidores, estudantes, pais, comitês locais de crise e aprovados no Conselho Diretor do Campus”, destacou Carlos Cesar.

Sobre esse assunto, leia também “Comunidade e campi vão elaborar Plano de Retorno Gradual de Atividades Presenciais“.

Provimento de Vagas Ociosas por concurso Público

O Reitor do IFMA também informou que a instituição prepara para breve o lançamento de concurso público. O planejamento para definição das áreas e carreiras (docente e técnico-administrativo) está sendo elaborado pela Pró-Reitoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional (Propladi), de forma conjunta com os campi. As vagas têm como origem a vacância – códigos anteriormente ocupado por servidores e que ficaram vagos.

Visita ao Campus Codó

Reunião em Codó foi com a equipe gestora da unidade para apresentação de demandas à Reitoria.

Já em Codó, o Reitor do IFMA esteve reunido com a equipe de gestão da unidade. Foram apresentados demandas para consolidação da capacidade de atendimento do Campus e de melhoria da infraestutura, com destaque para a resolutividade de problemas com a qualidade da energia e também para melhorias no atual espaço esportivo. A unidade deve receber recursos da Secretaria das Cidades e do Desenvolvimento Urbano do Governo do Maranhão, em iniciativa que teve apoio do titular da pasta, Deputado Federal Licenciado Márcio Jerry, e do vereador de Codó Valdeci Calixto, egresso do Campus. “Temos uma questão de qualidade na energia que atende ao campus, e isso tem dificultado e muitas vezes impossibilitado o desenvolvimento de atividades de ensino, pesquisa e até administrativas. Essa qualidade, por exemplo, já promoveu a queima de equipamentos e até mesmo a de aquisição de itens importantes para laboratórios. Já a quadra esportiva disponível aos nossos estudantes é bem antiga, sendo uma demanda antiga da comunidade a sua melhoria. A expectativa é que esta parceria possa possibilitar que em breve tenhamos um ambiente adequado para a prática esportiva, com um ginásio”, destacou o Diretor-geral do Campus, professor Wady Castro.

“Vamos conversar com a nossa Pró-Reitoria de Administração, de forma específica com o Departamento de Infraestrutura. Há um processo já aberto e que dimensiona os serviços necessários para que essa questão da energia possa ser equacionada. Precisamos compreender as responsabilidade do IFMA e da concessionária da rede de energia, visto que há uma rede que passa na área do Campus e que não é a mesma que abastece a unidade. Quanto a quadra, há um novo projeto para que possamos avançar na construção desses espaços nos campi que não possuem. São 17 campi que precisam de um ginásio e o projeto anterior era na casa de R$ 4 milhões, um valor alto hoje. Estudamos e estamos adaptando um modelo do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, que deve ficar por volta de R$ 1 milhão, após licitado. Esse é um valor que nos permite escalonar a edificação destes espaços nos campi”, cita Carlos Cesar.

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