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Professora do IFMA Pedreiras lança material didático para ensino da história africana

A cartilha é resultado de projeto de pesquisa do PIBIC com apoio do CNPq
  • Assessoria de Comunicação
  • publicado 30/08/2021 19h27
  • última modificação 30/08/2021 19h41

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Agó Yagó Oluko: teorias e metodologias motivacionais para o ensino da História africana e afro-brasileira. Esse é o título da publicação lançada neste mês, como produto educacional que resultou do projeto de pesquisa homônimo, coordenado pela professora de História do Instituto Federal do Maranhão (IFMA) Campus Pedreiras, Nila Michele Bastos Santos.

A pesquisa foi financiada pelo Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) Ensino Médio 2020/2021 do IFMA Campus Pedreiras, em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), e avaliou os materiais didáticos e planos de curso das disciplinas de História, Artes e Literatura utilizados nos municípios de Pedreiras e Trizidela do Vale no Maranhão.

A estudante Thamires Mikaelle da Silva Araújo, do curso Técnico em Petróleo e Gás, foi bolsista do projeto que contou com a coorientação da bibliotecária Vanuza da Silva Santos.

O material didático se configura como uma cartilha destinada a apresentar uma série de metodologias e estratégias pedagógicas, que podem ser aplicadas na educação básica, de forma a levar os estudantes a adquirir consciência das desigualdades sociais.

“É com imenso orgulho que compartilhamos essa cartilha”, afirmou a professora Nila Bastos. “Esperamos que os educadores possam trabalhar com este material, contribuindo para a ressignificação de alguns conteúdos inerentes a História e a cultura negra, de modo que possamos colaborar para desmistificar e eliminar estereótipos arraigados em nosso convívio social”, prosseguiu. “É preciso garantir espaços de representatividade e manter a luta por uma educação antirracista, antidiscriminatória e fundamentada na alteridade cada vez mais viva”, concluiu.

O título da obra “Agò, Yagò Oluko” significa, em Yorubá, “por favor, dá-me licença professor”. O idioma é falado pelo povo de mesmo nome na Nigéria, Benim, Togo e Serra Leoa. Até hoje é utilizado em ritos religiosos afo-brasileiros.

A cartilha pode ser baixada gratuitamente pelo site:
https://publicacoes.even3.com.br/book/ago-yago-oluko-413215

 

Sobre Nila Michele Bastos Santos

Doutoranda em História (Universidade Estadual do Maranhão/UEMA). Mestra em História Social (Universidade Federal do Maranhão/UFMA). Especialista em Formação de Professores: Didática, Teorias de Ensino e Práticas Escolares (Unidade de Ensino Superior Dom Bosco/UNDB) e em Psicopedagogia Clínica e Institucional (Faculdade Santa Fé). Licenciada em História (UFMA). Professora de História no IFMA Campus Pedreiras. Coordenadora do Laboratório de Estudos de Gênero do Campus Pedreiras. Foi coordenadora do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (NEABI) do Campus Pedreiras (2017/ 2021). É secretária geral da Associação Nacional de História (ANPUH-MA). Tem experiência na área de História e Ensino, com ênfase nos temas sobre gênero, relações étnicas, história do Brasil, história e cultura afro-brasileira e educação inclusiva.

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