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Professor do Campus Caxias participa de discussão sobre risco de extinção dos Odonata

Daniel Silas Veras, professor do Campus Caxias, foi convidado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade para participar da avaliação do risco de extinção dos Odonata do Brasil. 
  • Assessoria de Comunicação
  • publicado 23/11/2021 18h35
  • última modificação 23/11/2021 20h11

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Professor Daniel Veras, do IFMA – Campus Caxias

O professor Daniel Silas Veras, do Instituto Federal do Maranhão (IFMA) Campus Caxias, foi convidado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) para participar da avaliação do risco de extinção de Odonata do Brasil. Mestre em Biodiversidade, Ambiente e Saúde, Daniel Veras é membro da Sociedade Latinoamericana de Odonatologia (SOL). Atualmente, também é coordenador do Laboratório de Ecologia de Comunidades (LaECO) do Campus Caxias, onde desenvolve pesquisas na área de ecologia com ênfase em insetos aquáticos. Ele também faz parte do Grupo de Pesquisa em Biodiversidade e Conservação de Recursos Naturais do Campus.

Conforme ressalta Daniel Veras, o ICMBio é o órgão responsável pela avaliação do risco de extinção da fauna brasileira. Por meio do seu Centro Nacional de Avaliação da Biodiversidade e de Pesquisa e Conservação do Cerrado (CBC), o ICMBio promoverá a avaliação do risco de extinção dos Odonata do Brasil. “A avaliação do risco de extinção é etapa técnico-científica, que segue utilizando o método de categorias e critérios da IUCN e que subsidia diversas outras políticas públicas, como a lista oficial de fauna ameaçada de extinção, Planos de Ações Nacionais (PANs), Planos de Redução de Impacto (PRIMs), dentre outras”, destaca o professor sobre o convite enviado pela autarquia.

Segundo informações do ICMBio, a última avaliação deste grupo foi realizada em 2014. Por isso, o Instituto Chico Mendes pretende reavaliar as espécies daquele momento, além de algumas espécies descritas desde então. Atualmente, são 859 táxons a serem avaliados. “Para isso, o ICMBio separou essa totalidade de espécies em alguns blocos de avaliação e nos convidaram para avaliar o primeiro deles ainda esse ano”, pontuou.

O primeiro encontro ocorreu através de videoconferência na última quinta-feira, 18, e reuniu pesquisadores de todo o Brasil. Nesse primeiro bloco, serão avaliados cerca de 470 espécies previamente triadas e com indicativo para categorização como Menos Preocupante (LC). “Serão, portanto, avaliações mais simples e que provavelmente exigirão menos debates”, disse. “Nas próximas fases, serão as vulneráveis e as em risco de extinção”, acrescentou. 

Para o professor, o convite é uma forma de reconhecer o trabalho desenvolvido no campo da ecologia. “Fiquei muito feliz. Entender a importância da ecologia é essencial para propostas de políticas públicas na área da conservação da biodiversidade”, concluiu. 

Odonata – Perythemis

Odonatos – A ordem Odonata compreende insetos hemimetábolos com ninfas aquáticas, geralmente conhecidas como libélulas. Este nome, entretanto, é erudito e muito usado nos livros didáticos e científicos. Além dele, existe um grande número de denominações regionais, como jacinta, jacina, catirina, zig-zig, cabacega, cachimbau, cachimbo-d`água, lavadeira, pita, pito-do-saci, pito-do-sem-nome, cigarra, bisorro, lava-bunda, fura-olho e cavalo-de-judeu. O primeiro trabalho de libélula feito por taxônomo brasileiro foi publicado em 1941, por Newton Dias dos Santos, considerado o pai da odonatologia brasileira. De lá para cá, grande número de novos táxons foi descrito no Brasil, seja por Santos e seus discípulos ou por taxônomos de outros países.

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