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Pesquisador do Campus Grajaú é finalista de premiação nacional em IA

Evento de divulgação dos vencedores em cada categoria foi transmitido pelo canal da PUCRS no YouTube
  • Assessoria de Comunicação
  • publicado 26/11/2021 13h11
  • última modificação 26/11/2021 13h18

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Apresentação de João Otávio Diniz no Pichday da premiação NAVI Awards: inovação que salva vidas

O professor João Otávio Bandeira Diniz (Informática), que leciona no campus do IFMA em Grajaú, foi finalista da premiação NAVI Awards, uma iniciativa que busca descobrir startups e pesquisadores no campo da Inteligência Artificial (IA) com potenciais inovadores capazes de impactar o mercado e a sociedade. Na manhã de sexta-feira (26), o pesquisador participou do “Pitchday”, quando ele e os demais finalistas apresentaram suas iniciativas à comissão julgadora do prêmio, em evento divulgado pelo canal da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) na plataforma YouTube.

O NAVI Awards é concedido pelo NAVI AI New Ventures, um hub no campo da Inteligência Artificial (AI) criado em 2020 pelas empresas Wisidea Ventures (aceleradora de empresas de base tecnológica) e TECNOPUC (maior parque tecnológico da América Latina situado na PUCRS). O objetivo do prêmio, que contempla as categorias “Startup” e “Pesquisador”, é aproximar empresas e instituições de diferentes segmentos com startups e pesquisadores para resolver os diversos problemas de negócios com o uso da IA.

Acesse a página da premiação

NAVI Awards

A pesquisa de João Otávio Diniz foi realizada durante a pandemia da COVID-19, em 2020 e 2021, e propõe a aplicação da IA no planejamento de estratégias e no tratamento da doença. No Pitchday, ele explicou que a motivação partiu de uma situação de catástrofe global, que gerou superlotação de hospitais em todo o mundo, apontando para a necessidade de auxiliar os profissionais de saúde. O primeiro passo foi desenvolver métodos com o uso da IA para analisar exames de tomografia e raio-X do tórax, cruciais para o diagnóstico e detecção do coronavírus. Nesse contexto, deu-se o surgimento de métodos computacionais com técnicas inovadoras e inéditas, envolvendo processamento de imagens, aprendizado profundo e algoritmos de otimização. Segundo o pesquisador, as inovações constituíram soluções rápidas e menos onerosas de auxílio aos especialistas.

Sobre a “capacidade disruptiva” da pesquisa, João Otávio Diniz considerou que os métodos utilizados atualmente com o mesmo fim requerem a verificação dos exames imagem por imagem, e envolvem o tempo de espera para a liberação de laudos, sendo cansativos e mais suscetíveis a erros. “Com os modelos de IA saímos dessa realidade mais arcaica e passamos para um modelo mais automático”, disse o pesquisador, esclarecendo que esses modelos envolvem avaliações rápidas e menos cansativas, servindo como triagem ou auxílio aos especialistas. Ele observou ainda que a maioria dos países em desenvolvimento apresentam as dificuldades de falta de profissionais e equipamentos.

João Otávio Diniz demonstrou que sua pesquisa tem impactos tanto científicos e tecnológicos, quanto sociais, sobretudo por ajudar a salvar vidas. Interessado pelo tema da IA desde o tempo de graduação, pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), o pesquisador concluiu este ano o programa de doutorado em Engenharia Elétrica pela mesma instituição, no qual se dedicou ao estudo de métodos para segmentação de medula espinhal e esôfago em tomografia computadorizada de planejamento à radioterapia.

Assista à gravação do evento de divulgação dos vencedores

PUCRS – Pitchday

[A participação de João Otávio Diniz inicia a partir de 1h44min de gravação]

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