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Auditoria Interna (AUDIN) anuncia novas ações para o aprimoramento da cultura organizacional

No mês internacional de conscientização da auditoria interna, a unidade de auditoria reforça que seu papel é de avaliação, facilitação e assessoramento da gestão.
  • Assessoria de Comunicação
  • publicado 31/05/2022 09h30
  • última modificação 31/05/2022 09h30
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Com o objetivo de elevar os níveis de governança, de gestão de riscos e da ética em todas as organizações, o mês de maio foi instituído como o mês internacional de conscientização da auditoria interna. A campanha foi criada pelo Institute of Internal Auditors (IIA) – entidade com auditores internos associados em diversos países, inclusive no Brasil, por meio do IIA Brasil.

No IFMA, a Auditoria Interna (AUDIN) desenvolve uma atividade independente e objetiva de avaliação e de consultoria. Trata-se de uma unidade técnica que, entre outras funções, avalia a eficácia dos processos de governança, de gerenciamento de riscos e de controles internos, recomendando, quando necessário, a implementação de melhorias com o objetivo de mitigar os riscos e de contribuir para o cumprimento dos objetivos institucionais da organização. Segundo a chefe da AUDIN, Dulcineide Rego, é fundamental que a comunidade compreenda que o papel da AUDIN não é tipicamente correcional. “É importante ressaltar que no IFMA ainda estamos num processo de transição da cultura organizacional. Precisamos disseminar essa concepção através de um trabalho lento e gradual”, explica.

A auditora destaca ainda que, quanto aos serviços de consultoria, o pedido de orientação deve partir dos gestores, que podem solicitar uma análise do setor quando desejarem, por exemplo, criar, rever, analisar ou aprimorar seu sistema de controle interno, processos de governança ou de gerenciamento de riscos. Por meio dessa atividade de assessoramento, são apresentadas recomendações e/ou respostas a questões formuladas, preferencialmente, em temas que sejam estratégicos para a instituição.

A consultoria não se destina, porém, a responder questionamentos que ensejem pedidos de autorização ou de aprovação (como “posso fazer?” ou “posso pagar?”). A tomada de decisão é competência exclusiva do gestor, sendo a consulta apenas mais uma fonte de informações que poderá ser utilizada para subsidiar a decisão. “Sabemos que esse papel foi desvirtuado ao longo dos anos na Administração Pública e hoje trabalhamos para que haja o entendimento adequado da atividade de auditoria interna, baseada na avaliação da gestão de riscos”, complementa Dulcineide.

Nesse sentido, um equívoco bastante comum é associar a Auditoria Interna ao poder disciplinar institucional. Por exemplo, diante da descoberta de alguma ilegalidade funcional cometida por servidor do IFMA, o setor com a competência de investigar, corrigir e punir o suposto infrator é a Corregedoria. Nesse caso, a participação da AUDIN se restringe a eventual apuração preliminar de denúncias com posterior encaminhamento à Corregedoria para que esta adote as providências cabíveis. Ademais, a AUDIN tem o papel de fomentar junto à administração a criação ou fortalecimento de meios e/ou mecanismos de controles internos que evitem ou dificultem a ocorrências dessas ilegalidades.

Atualmente, entre as ações que visam ao aprimoramento da cultura organizacional estão o lançamento do boletim “AUDIN Informa” e, em breve, a oferta de cursos de capacitação em parceria com o Centro de Formação de Servidores (CFS). Além disso, a unidade também tem contribuído em diversas comissões, a exemplo da Comissão de Apuração Indícios e-pessoal; do Comitê de Governança, Integridade, Gestão de Riscos e Controles Internos; da Comissão para Implantação e Adequação do IFMA à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) no âmbito do IFMA; da Comissão de Revisão da Resolução CONSUP nº 112/2017 – Remoção Interna; e da Comissão de Tratamento para indícios do Alerta Alice (TCU).

Em todos esses eixos, uma das principais preocupações da equipe de auditores internos do Instituto é atuar em pontos estratégicos a fim de assessorar os gestores na identificação não apenas dos riscos, mas também das causas-raízes desses riscos, para que, assim, possam ser avaliados possíveis soluções e eventuais controles internos. “A ideia é evitar que atuação se dê apenas quando os problemas já se concretizaram, buscando-se prevenir e se antecipar a tais problemas, por meio da implementação de melhorias e, caso necessário, de controles, em áreas relevantes da instituição”, finaliza a chefe da AUDIN.

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