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Professora do IFMA é finalista em premiação da Fundação Carlos Chagas

Docente do Campus Monte Castelo, Isabela Mendonça concorreu ao prêmio com projeto sobre a prática docente no ensino de ciências e Biologia
  • Assessoria de Comunicação
  • publicado 14/09/2022 12h06
  • última modificação 14/09/2022 12h09
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A professora Isabela Vieira dos Santos Mendonça, do Departamento Acadêmico de Biologia (DAB) no Campus IFMA Monte Castelo (São Luís), conquistou a posição de finalista da 12ª edição do Prêmio Professor Rubens Murillo Marques. A premiação é concedida pela Fundação Carlos Chagas (FCC), sediada em São Paulo (SP), e tem como objetivo reconhecer e divulgar iniciativas voltadas para a formação de novos professores da educação básica nos cursos de licenciatura de instituições de educação do país. Isabela Mendonça participou da seleção nacional com o projeto “Laboratório de ensino de ciências e biologia: praticando a docência”.

De acordo com a docente, o projeto submetido foi um recorte das ações do grupo de pesquisa, ensino e extensão Laboratório de ensino de ciências e biologia (Lecbio). Uma vez que as normas da seleção requeriam que as experiências formativas tivessem sido realizadas em até três anos anteriores ao lançamento do Edital, Isabela Mendonça retratou as atividades do grupo referentes ao período de março de 2019 a março de 2022.

Oficina “Vivenciando o Lecbio”

Segundo a professora, o objetivo primordial da iniciativa é a prática docente para os graduandos participantes nas mais diversas modalidades que a docência agrega, a exemplo da sala de aula, espaços não formais de aprendizagem, promoção de oficinas, minicursos, eventos, preparação e publicação de material educativo para rede social, dentre outros. As ações se direcionam a alunos da educação básica e da licenciatura, assim como para qualquer faixa etária que busque aprender sobre ciências e seus assuntos correlatos. São também objetivos do projeto a reflexão sobre o processo de ensino e aprendizagem, a ampliação do repertório metodológico de ensino em ciências e biologia através de seis eixos metodológicos adotados pelo Lecbio. Além disso, o grupo busca possibilitar a vivência de sala de aula nas escolas parceiras e em espaços não formais de ensino, bem como incentivar pesquisas sobre o ensino de ciências e Biologia e práticas extensionistas junto aos participantes do grupo, de forma que a acolhê-los e motivá-los para o fortalecimento da educação.

Isabela Mendonça explicou que, no período contemplado pela proposta, o Lecbio realizou 22 ações externas voltadas para o engajamento, planejamento, e dinamismo dos participantes (os “lecbianos”) em todas as etapas, possibilitando experiências nas mais diversas conjunturas docentes. Além destas ações, o grupo transmitiu dez lives pela rede social Instagram, e teve aprovação em quatro editais diferentes voltados para a pesquisa, ensino e extensão, como forma de consolidar a formação docente dos estudantes. Também ocorreu a publicação de três e-books, além de um capítulo de livro e a defesa de três monografias. O Lecbio promoveu ainda mais uma edição virtual do “Ciclo de ensino de ciências e biologia”. Para ela, a pandemia da Covid-19 contribuiu para a percepção de como as redes sociais podem ser instrumentos de aprendizagem, o que levou à organização de um cronograma de publicações no perfil do Instagram (@lecbio.ifma). A professora ressaltou que todas as publicações são feitas pelos próprios lecbianos, sendo as ações, planejamentos e aplicações realizados sob sua supervisão.

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